sexta-feira, outubro 25, 2019

Ar [poema 233]

Respiro duas vezes para te levar comigo
Inspiro e aguento quanto posso o ar,
Tenho-te dentro de mim a desabrochar

Respiro mais uma vez
Sei que és tu sem te ver
Sem te apalpar, mas a saber
Que és quem respiro

Pela melodia que se compõe
Pelo deleite que se aninha
Em mim ao respirar
Aquilo que é teu, és tu
O meu ar

13 comentários:

Anónimo disse...

Fabuloso, padre.

Anónimo disse...

Falta-me esse ar!!!

Anónimo disse...

O ar da vida!!! Belíssimo.

Paulina Ramos disse...

"Sei que és tu sem te ver... mas a saber que és quem respiro"
"Pela melodia..."
Pela paz, pela ternura e por tantas outras coisas não palpáveis, mas reais.
Belo, muito belo este poema, despertou em mim um aconchego de ternura.

Fez-me tão bem ler este poema.

Obrigada

Anónimo disse...

Concordo plenamente com vc,faz um bem pra alma. Muito linda, demais as palavras que Deus abençoe sempre tudo neste momento do nosso confissionario

Ailime disse...

Boa tarde Sr. Padre,
Um poema belíssimo, como sempre.
Deus está em nós, assim lhe abramos o coração.
Ailime

Anónimo disse...

A respiração é o desabafo da alma.

Anónimo disse...

Em mim ao respirar, aquilo que é teu, és tu meu ar. Quão grande estes dizeres,de uma forma de expressar valiosa de imaginar. Ah!!! Com toda liberdade de entrar e sair e poder voar e voltar.

ela disse...

muito bom

Anónimo disse...

O amor é como o ar puro da vida,se a gente não se abre, pode até morrer por falta dele.

Anónimo disse...

Quer sentir um pura e refrigerante? É só olhar para quem ama.

Anónimo disse...

Palavras bem ditas e doces, são os nutrientes que alimenta a alma.chm

Anónimo disse...

Pra sentir um ar puro, é só olhando pra quem ama.