Escolheu um homem, digamos que o homem certo, com uma história errada. E por isso não teve direito a nada. A nada que é como se costuma dizer. A nada é como quem diz. Tem direito a ser feliz, caso faça por isso. Mas como mulher de fé que se deixou apaixonar por um homem divorciado, apenas teve direito a rezar. Mas o pior é que, por culpa da minha complacência, a dor de não poder casar religiosamente ainda aumentou.
Digamos que legalmente não é correcto deixar usar uma instalação religiosa, mesmo que seja um adro de uma capela, para um casamento civil. Não é, de todo. Mesmo que a boa intenção esteja lá. Nem uma bênção de alianças que mais não seja como que um bênção de um objecto importante para uma pessoa. Mas pastoralmente ficamos sem armas para esgrimir, sem soluções para ter, sem sabedoria e sensatez para decidir.
Por isso anui com algo parecido. Um adro, uma bênção rápida das alianças.
Conclusão das conclusões. Errei. Os superiores contactaram-me e proibiram-me. Alegaram “Infâmia”. Nunca me tinha acontecido isto. Mas aconteceu. Alguém foi comunicar o que eu estava para fazer. Também não sei se o interesse em comunicar era o de ajudar ou o de prejudicar!! Há destas coisas. Mas a culpa é só minha. Não é dos que se chibaram. Eu devia saber que não devia fazer. Por isso, e em vésperas do acontecimento, tudo foi reduzido a nada. A nada é como quem diz. Ela tem direito a ser feliz e Deus há-de encarregar-se de lhe fazer perceber que a ama nesta opção de procurar a felicidade.
Porém, hoje estou triste. Pelo meu erro, pelas consequências do meu erro, e por perceber que as escolhas das pessoas podem até considerar-se acertadas, que se a história estiver errada, continuará sempre errada.
Digamos que legalmente não é correcto deixar usar uma instalação religiosa, mesmo que seja um adro de uma capela, para um casamento civil. Não é, de todo. Mesmo que a boa intenção esteja lá. Nem uma bênção de alianças que mais não seja como que um bênção de um objecto importante para uma pessoa. Mas pastoralmente ficamos sem armas para esgrimir, sem soluções para ter, sem sabedoria e sensatez para decidir.
Por isso anui com algo parecido. Um adro, uma bênção rápida das alianças.
Conclusão das conclusões. Errei. Os superiores contactaram-me e proibiram-me. Alegaram “Infâmia”. Nunca me tinha acontecido isto. Mas aconteceu. Alguém foi comunicar o que eu estava para fazer. Também não sei se o interesse em comunicar era o de ajudar ou o de prejudicar!! Há destas coisas. Mas a culpa é só minha. Não é dos que se chibaram. Eu devia saber que não devia fazer. Por isso, e em vésperas do acontecimento, tudo foi reduzido a nada. A nada é como quem diz. Ela tem direito a ser feliz e Deus há-de encarregar-se de lhe fazer perceber que a ama nesta opção de procurar a felicidade.
Porém, hoje estou triste. Pelo meu erro, pelas consequências do meu erro, e por perceber que as escolhas das pessoas podem até considerar-se acertadas, que se a história estiver errada, continuará sempre errada.