sábado, abril 29, 2017

conversão [poema 141]

Tenho a saudade de voltar a ti
Como se fosse o último a saber
O segredo para voltar

És mais que ventre onde quero amar
Berço que a luz maior me trouxe a ti
Por entre o perfume que não perece
nem anoitece

Tenho saudade de te dizer
Como nome que recolhi
No coração

17 comentários:

Anónimo disse...

Amei esta poesia sim, esta muito bom sim de memoria,já hora de começar a investir no livro.
Consegui assimilar bem o escreveu.
Abraços.
Ass. Chuva Morna

Anónimo disse...

Mais uma vez só posso dizer: Lindooooo.
Bj

Anónimo disse...


Não importa a distância que nos separa, se há um céu que nos une.
Só queria te abraçar. Um abraço bem forte, bem verdadeiro, abraço longo, cheio de sentimento. Chuva Morna

Confessionário disse...

Bom dia, Chuva Morna

Creio que está completamente enganada a meu respeito. Não creio que me conheça. Como já afirmei sou um simples sacerdote numa diocese portuguesa. Respeito o que me pede e o que afirma em comentários que não publico (porque mo pede tb). Mas olhe que fala em números e eu não recebi nada porque não sou a pessoa que imagina que sou. Talvez agora eu comece a entender muitos do seus comentários, porque está enganada ao ponto de estar convencida que está a falar e a comentar um blogue dessa pessoa. Rezarei por si e para que desfaça esse engano

Anónimo disse...

Por favor, perdoe-me novamente a ousadia, se é uma coisa que admiro no senhor, é sua sabedoria, quando se escreve algo, como já disse adoro escrever, sei que tens muitas outras preocupações, mas mesmo assim, sempre tem um tempinho para vir aqui... O seu discernimento profissional esta alem da obrigação, quando observei no blog algumas matérias.
Sou uma pessoa cheia de afazeres também, mas como estudo tecnologia estou as vezes aqui para as tarefas me afasto e venho visita-lo. E encontro as mais belas palavras. Até esqueço o que faço e até mesmo quem sou eu. E um alivio este cantinho. Chuva Morna

Confessionário disse...

ó Chuva Morna, se queres falar pessoalmente comigo, o melhor é contactar-me via email, pois não faz sentido estar aqui a falar com meias palavras ou com simbolismos, respondendo a comentários que não são publicados.
Vai mesmo muita confusão na tua cabeça, pois eu sempre comento como confessionário. Aqui vêm muitas pessoas comentar anonimamente como tu. Deves ter pensado que cada vez que alguém escrevia algo era eu que estava a escrever... que confusão!!!!

Anónimo disse...

Mais uma vez gabo a tua paciência, padre, para com estas mulheres com problemas afectivos! puxa vida!

Anónimo disse...

Ah, sim ,mas tentei abrir o que esta no email: eupadre@gmailcom, este não vai nada esta como Confessionário privado, bom do sr. Ao ser que seja o meu. Chuva Morna

Confessionário disse...

eupadre@gmail.com

Anónimo disse...

Sim, este sim que tem no blog

Confessionário disse...

Como é óbvio, tem de enviar email do seu email para o meu, que é este. Não basta clikar no meu email para me enviar um email, mas (se não possui outlook) copiar e enviar uma mensagem do seu email.

Anónimo disse...

Olá Pe.,

depois de ler todos os comentários anteriores lembrei de um post teu já muito antigo:

Salvo erro o título era " De mim não leva nada"

SL

Confessionário disse...

SL, já não lembrava, mas fui buscar e reler... Depois sorri interiormente! O título é ao contrário: Não leva nada de mim

e és capaz de ter alguma razão, embora neste caso fui apenas confundido com outra pessoa

Anónimo disse...

Eu sou a anônima do dia 06/05/02:50, agora lendo novamente o que escrevi , notei que minha vida se descrevi nisso. Mas os teus poemas, 140,141,142,me deixaram a pensar e muito no momento em que estou passando. Os do senhor são de deixar um ser humano quase a perder o sentido nas mais ternas das alturas. Ainda bem que depois de um dia tenso de trabalho pesado encontro algo que me alivia os meus fardos. Perdoe as intromissões de poemas.
Chuva Morna.

Anónimo disse...

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...
Ch M

Anónimo disse...

A distância traz saudade, mas nunca o esquecimento.

Anónimo disse...

Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não é
A dor que já me não dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
Fernando Pessoa