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sábado, novembro 01, 2025

A formação nos Seminários

A tradição tridentina dos seminários modelou uma geração de sacerdotes separados do mundo e do Povo de Deus. Com razão, o concílio de Trento insistiu na necessidade de formar os padres porque estes tinham uma formação muito frágil. No entanto, o afastar os seminaristas da realidade em que vivem e hão-de um dia servir, gera uma tendência ao clericalismo, ao espírito de castas e eleitos, promovendo a sensação de superioridade em relação ao Povo de Deus. A figura do sacerdote reveste-se, deste modo, de uma sacralidade excessiva que, mesmo sem querer, o vai afastando da realidade que é o mundo. Os seminários não podem formar presbíteros distantes, autorreferenciais ou rígidos. Devem formar pastores verdadeiramente humanos e próximos das pessoas. Devem formar acompanhadores dos fiéis e não ministros do culto. 
Com frequência a formação nos seminários tem privilegiado a separação, a sacralização da figura clerical e o autoritarismo, em vez de formar para o serviço, a humildade e a proximidade com o Povo de Deus. Depois de um concílio Vaticano II pendente, parece que volta esse estilo de formação, ou melhor, de candidatos que buscam esse tipo de formação. Temos de rezar mais pelos seminários, pelos seminaristas e seus formadores, pelos candidatos ao ministério ordenado e pelos responsáveis da pastoral vocacional, para que se procurem e encontrem caminhos que formem ministros da humanidade e do amor de Deus, e não tanto ministros do culto, sem mais.

A PROPÓSITO OU A DESPROPÓSITO: "As perguntas que hoje faço"

sábado, abril 20, 2024

a droga

Na aldeia toda a gente se conhece e toda a gente sabe tudo de todos. Toda a gente se mete na vida de toda a gente. Ninguém é indiferente a ninguém, para o bem e para o mal. Quando o filho da Antónia, de nome António por amor da mãe, entrou para o Seminário, não faltaram as murmuradoras e os murmuradores da aldeia nas conversas da rua. Mas uns vizinhos, que se achavam mais próximos da Antónia, já que mais não seja pela distância geográfica, bateram à porta para tirar nabos do púcaro. Ó Antónia, é verdade que o teu Antoninho foi para o Seminário? Dizem para aí que ele foi. E a Antónia, que não tinha nada a esconder, respondeu que sim. Sim, foi na outra semana. O rapaz quer ser padre e a gente não lho refuta. O que ela queria era que o filho fosse o que quisesse ser e que fosse feliz. E a resposta dos vizinhos não se fez esperar, pois que o assunto o merecia. Ó Antónia, não te aflijas mulher, sempre é melhor isso que meter-se na droga! 
 

segunda-feira, novembro 13, 2023

Seminários que formam clérigos e não pastores

Quando leio o que alguns jovens seminaristas escrevem por estes dias, por ocasião da semana dos seminários, e me apercebo que lhes falta a frescura das palavras e da novidade de Cristo no seu coração, e que insistem em repetir palavras clericais que parecem ter aprendido no percurso do seminário, palavras de bem dizer, mas que dizem pouco, devo confessar que fico triste. Parece-me que falta vida nos nossos seminários. Vida de verdade. Não quero generalizar e quero imaginar que a grande maioria dos nossos seminaristas é bem mais santa do que eu. E precisamos de padres santos. No entanto, estou convencido que ainda há muito por fazer para que os seminários deixem de ser redomas de vidro que protegem os futuros padres dos males do mundo ou fábricas de uma casta clerical que se fecha sobre si mesma. Ainda bem que a assembleia sinodal do último mês de outubro deixou plasmada, no seu relatório de síntese, a necessidade de uma formação dos candidatos ao sacerdócio ministerial que não crie um ambiente artificial separado da vida normal dos fiéis. Precisamos de seminários que formem pastores e não clérigos!

sexta-feira, novembro 23, 2018

Os coitados

O território da paróquia tem poucos habitantes. A paróquia tem ainda menos. A maior parte tem debandado em busca de novas oportunidades. As poucas crianças e os jovens aparecem muito pouco. O pouco é sempre o que mais habita aquela terra e aquela paróquia. Mas naquele dia a Igreja estava quase cheia, e na frente destacavam-se dois adolescentes. Um no início da sua adolescência e outro no final dela. O primeiro era um rapaz, e o segundo uma rapariga. Por sinal sua prima. A meio da homilia, que vinha a propósito das vocações e que se adaptava perfeitamente à Semana dos Seminários, pois a missa ocorria nesse período, dirigi-me ao primeiro adolescente. Dirigi-lhe também as minhas palavras. Tu. E apontei para ele, que estranhando a direcção do meu dedo e das minhas palavras, se mexeu no banco. Tu é que podias ir para o Seminário. Tu é que podias ser padre. Na verdade, fui aprendendo com a vida que o convite tu a tu é o mais oportuno. No entanto, a prima agarrou-o com força, e disse. Coitado. Porque fora audível, sorrimos todos. A população em geral. Os que estavam mais ao fundo da Igreja e os que estavam mais junto do altar. O rapaz. Ela própria. E eu. 
E foi assim que percebi que os padres são tidos, afinal, como coitados. Fazemos parte daquele grupo de pessoas que é olhado com pena. Como se o destino tivesse destruído os seus sonhos. Tivesse destruído a possibilidade da felicidade.

quinta-feira, junho 14, 2018

Não é fácil encontrar vocações sacerdotais por aí

Nunca houve tão poucos jovens. As percentagens apontam para uma desproporção entre mortes e nacimentos. O nosso país, bem como toda a Europa, está a envelhecer. Também por isso não admira que a maioria das pessoas que frequenta as nossas Igrejas seja maioritariamente envelhecida. Nunca houve tão poucos jovens católicos praticantes. Digamos que a maioria recebeu o baptismo, mas não recebeu a fé. Nunca a juventude esteve tão indiferente e despreocupada com o seu futuro. Quando se lhes pergunta o que gostariam de fazer ou o que querem para o futuro, as respostas são similares ao Nim. Não sei bem, Ainda não pensei nisso, Isto não está fácil. Também é do senso comum que esta malta hoje está cada vez mais individualista, egoísta, descomprometida, sem capacidade de fazer sacrifício. Mesmo as famílias crentes não têm tempo ou formação suficiente para educar estes jovens ou fazê-los crescer na fé. Os religiosos são pouco visíveis, pouco conhecidos, convive-se pouco com eles. É fácil perceber que o seu tempo para estar com as pessoas acaba por se tornar escasso. E muitas vezes quando se ouve falar deles não é por bons motivos Os meios de comunicação social são pródigos em falar dos elementos da hierarquia católica quando um deles se destaca pela negativa. A sociedade não valoriza, e até despreza, a vida religiosa. Vivemos numa época bastante pragmática, pouco idealista. Os jovens regem-se por experiências e por “coisas” efémeras, rápidas e sem consequências. Parece-me ainda que a vida que nós padres vamos levando não suscita grandes encantos. Vivemos a correr, com várias paróquias quase minúsculas, a cumprir preceitos, numa vivência solitária de vida humana, cheios de pequenos conflitos interiores e exteriores. E por tudo isto, e por muito mais que se poderia acrescentar, como será possível termos mais vocações sacerdotais?

domingo, janeiro 15, 2017

Os jovens que olham os padres

Que observam em nós, padres, os jovens que cruzam connosco nas ruas, nas escolas, nos bares ou até nas igrejas? Que observam em nós, padres, esses jovens, com jeans ou outras calças de marca, mais interessados no que parece do que no que se é ou se tem? Que observam em nós, padres, esses jovens que Deus ama como são e que se cansaram de uma Igreja que parece dizer-lhes pouco? Que observam em nós, padres, esses jovens que não sabem ainda como Deus os ama?
Às vezes, quando olho os jovens que se cruzam comigo na rua, fico a pensar no que pensarão de nós, os padres. Se calhar não pensam nada. Se calhar não perdem tempo com isso. Não perdem tempo com coisas que não lhes dizem absolutamente nada. Ou se calhar olham para nós com a comiseração própria de quem acha que esta coisa de ser padre é algo raro, estranho, meio do outro mundo, coisas da pré-história ou de outros planetas.
Cuido que se me pusesse na sua pele, olhava para mim, ou para nós, como aquele tipo de atletas que fazem da sua vida uma corrida. Correm para fazer sacramentos e sacramentais. Correm para cumprir um série de coisas estabelecidas pela Igreja. Correm para celebrar uma missa que, ainda por cima, é uma seca. Não se faz lá nada. Estamos ali a aguentar palavras sem contexto. Simbologias que ficam no mundo das simbologias. Cerimónias e mais cerimónias sem alegria e sem rostos.
Cuido que se me pusesse na sua pele, veria que os nossos rostos são rostos de gente sacrificada sem alegria. Gente que busca as mesmas coisas que todos buscam na sociedade enganadora de hoje. Rostos feitos de fraquezas dissimuladas e identidades arrastadas. Descobriria que afinal também estamos fragmentados, somos voláteis e andamos a correr em busca de um algo que parece não sabermos o que é. 
Cuido que se me pusesse na sua pele, não me daria, ou não nos daria, muitos ouvidos. Talvez eles até nos ouçam. Mas quando são obrigados a ouvir-nos. Ou não têm nada melhor para fazer. Ouvem-nos, mas como um zumbido que incomoda ao ouvido. Ouvem-nos como uma grafonola antiga e desajeitada. 
Não me quero meter na sua pele. Não quero pensar que se fosse um deles, seria este o meu modo de pensar. Realmente seria preferível não pensar em nada. Mas temo que os jovens de hoje não enxerguem em nós, padres, a alegria do encontro com Cristo, ou as maravilhas que Deus opera em nós, porque nem uma coisa nem outra são bem contadas ou nítidas. Ou que não nos enxerguem a rezar na intimidade com Ele. Ou que não nos sintam felizes por sermos padres, mesmo quando sofremos. Ou que não percebam em nós quanto Deus no ama, ao ponto de darmos a nossa vida por Ele. Ou que não dêem conta, por nosso intermédio, que Deus os ama também. E que os pode chamar... a ser padre.

sexta-feira, novembro 25, 2016

senhor padre tal

O pedaço de história que ouso contar foi-me sussurrado por uma amiga que um dia deu de caras, no local de trabalho, com um sacerdote que em tempos da sua juventude, quando ainda era seminarista, trocara com ela gestos e momentos de amizade. Tinham sido um para o outro amigos de tu a tu. Tu isto, tu aquilo. O tempo passou e não se viam com frequência. Nesse dia, ela cumprimentou-o com o mesmo entusiasmo de outrora e simplesmente chamou-o pelo primeiro nome, que era o que conhecia melhor. A resposta dele foi mais ou menos esta Minha cara somos todos irmãos, mas uns são mais irmãos que outros. Ao que ela replicou com um Claro sr padre. peço desculpa pelo abuso! Pôs-lhe ela o ponto de exclamação e escrevo tal como mo contou. E amuou, sem perceber a razão de tamanha superioridade. 
O que eu não disse à Juliana é que às vezes as distâncias deste tipo podem ter a sua utilidade. Porque há quem abuse ou distorça. Eu trato meus amigos por tu e gosto que me tratem por tu. Mas nas paróquias às vezes o “senhor” acaba por, ao menos, parecer conteúdo de maior respeito.
Mas o que me fez pensar a sério no assunto dos tus e dos senhores, ou das distâncias e dos nós e vós, foi o que ela contou no final. Pois o senhor padre, ao despedir-se, deu um arzinho de graça, e disse Adeus, Julianinha. Ela, que tirou um curso e não assina doutora porque não quer, não conseguiu responder-lhe, e dizia-me. Só faltava que nas assinaturas, também os padres assinassem como senhores, e repetiu as siglas, senhor padre tal.

quinta-feira, novembro 10, 2016

Perguntou quais eram os motivos para ser padre

No local onde em tempo de estudos resido tenho a oportunidade de me juntar com mais colegas sacerdotes e discutir sobre tudo e nada, a propósito e a despropósito. Como sou um dos que possui mais anos de sacerdócio, um deles decidiu perguntar-me qual ou quais eram os motivos para ser padre, o que é que ainda me mantinha após estes anos todos. E por acaso, como era um assunto que já pensara muitas vezes e em especial nesta semana dos Seminários, respondi que só tenho um motivo para ser padre, embora às vezes, ou muitas vezes, busque outros. 
É difícil dar razões do nosso sacerdócio, buscá-las, dizê-las. Se calhar deveria haver milhares de razões e motivos. São esses que às vezes procuro para me justificar ou para me sentir um padre com razões para sê-lo. São, quase sempre, humanos e mundanos, mesmo que bons e altamente positivos. Contudo, e sinceramente, penso que só vale a pena ser sacerdote por um motivo: o Amor de Deus que nos chama e fala mais alto.

sábado, novembro 14, 2015

Quando é que sentiu mesmo que tinha de ser padre?

Para quem não sabe, está a decorrer aqui em Portugal a Semana dos Seminários. É uma semana que pede aos cristãos mais consciência da necessidade de vocações ao sacerdócio, mais oração e partilha para com os Seminários. Aqui na minha paróquia maior, os catequistas têm-se esforçado junto dos miúdos para essa tomada de consciência.
Ora ontem um miúdo do quinto ano veio ter comigo à sacristia antes da missa. Saíra da catequese com o propósito de tirar algumas coisas a limpo. A catequista propusera-lhes averiguar das razões pelas quais alguém vai para o Seminário ou para o Sacerdócio. De caderno e lápis na mão, como o melhor jornalista da paróquia, explicou ao que vinha, e começou a fazer perguntas. Senhor padre, diga-me quando é que sentiu que a sua vocação era ser padre. Informei-o que entrei no Seminário com menos idade que ele. Que entrara com muitas vontades e certezas, e que as fora alimentando ao longo dos anos, junto com muitas dúvidas, sacrifício, dificuldades. Era normal, porque o Seminário existe para se fazer discernimento vocacional. Não é para fabricar padres. É para ajudar os seminaristas a crescer nas tais vontades e certezas dentro de um discernimento são.
Escreveu duas ou três linhas, e voltou à carga. Mas quando é que sentiu mesmo que tinha de ser padre? Com esta pergunta relembrei aquele momento da minha vida que não mais vou esquecer e que recordo sempre que preciso de força para a vocação que Deus me deu. Aquele dia em que, diante do sacrário, me questionava sobre as razões para ser padre e descobri que Deus me amava de uma forma que não conseguia explicar. O miúdo parou de escrever. Não compreendera bem. Então o senhor padre foi para padre por causa de amar muito a Deus? Olhei-o, toquei-lhe no ombro, e disse. Não. Não fui para padre por amar muito a Deus, mas porque Deus me ama muito.

quinta-feira, novembro 12, 2015

Uma coisa híbrida entre anjo sem asas e homem sem sexo

Um padre passa e é olhado de forma estranha. Como se fosse algo estranho. Respondem ao seu cumprimento, mas não deixam de murmurar Ali vai o padre. Como se um padre fosse um espécimen raro de ser humano. E se há quem olhe para os padres com admiração, é maior o número daqueles que os olham com pena ou indiferença. Há muita gente que não entende como um homem deixa tanta coisa que o mundo lhe oferece para se tornar padre. São capazes de o associar a Deus, mas a um deus que também é uma coisa rara, uma coisa inventada por uns homens que se intitulam a si próprios de padres. Um padre, à partida, não é bem humano. É uma coisa híbrida entre anjo sem asas e homem sem sexo. 
E deste modo, como poderá o padre ser dos nossos? Como poderá ser aquela pessoa com quem eu quero estar porque é também uma daquelas pessoas que caminha comigo, ao meu lado?! 
Confesso que sou meio estranho. Não gosto de pensar como essas pessoas que pensam nos padres como um ser estranho. 

No final de mais uma semana dos Seminários, valerá a pena pensar nisto?

terça-feira, novembro 11, 2014

Seminaristas às dezenas

O Juan é padre. Provem da América Latina, de um país que não sei se é muito grande, mas deve ser. Dizia-me que no ano em que entrou para o curso de Teologia no Seminário da sua diocese eram quase cem candidatos. Mais ou menos os mesmos que entraram este ano. Aliás, são ainda mais os que gostariam de entrar, mas não entraram na triagem. Dizia-me que as paróquias, embora grandes, têm vários sacerdotes. Vão muitos aprofundar os mistérios de Deus nos estudos porque são muitos. São da América Latina, embora este acontecer não seja assim tão recorrente. O Juan perguntava-me do meu país. Na minha diocese, respondi, sobram os dedos de uma mão para contar os seminaristas que estão em teologia. O Juan perguntou-me então se Portugal ainda tinha cristãos na missa. Respondi que tem gente na missa. Gente. Gente que vamos supor que tem fé. Há países da Europa com menos gente na missa. E menos fé. Mas ser padre hoje em Portugal é só para um pequenino número de jovens a quem Deus não foi indiferente. O Deus que não é só Deus de alguns sacramentos, das festas e dos funerais.
Alguma coisa tem de mudar na Europa dos cristãos. Talvez olhar para fora seja o primeiro passo.
 
Nesta semana dos Seminários deste ano 2014, queria pedir ao Senhor da Messe que abra os olhos aos trabalhadores da Messe para que vejam para além deles.

domingo, abril 27, 2014

O padre que morava sozinho

Este padre já faleceu. Já lá vão uns dez anos e faleceu com mais de setenta. Mas contaram-me esta história que me apeteceu contar também. Era um padre simples de uma paróquia simples. Morava, como quase todos os padres, sozinho. Morava numa casa com três quartos, mas apenas ocupava um. Era um bom padre e não tinha dificuldade aparente em morar sozinho. Levava essa forma de viver como a forma normal de viver de um padre. Como a forma de viver com Deus. Segundo me contaram, não o encarava com desgosto, tristeza ou solidão. Ia partilhando a vida com aqueles que faziam parte da sua simples paróquia. Era uma paróquia simples, mas tinha uma catequese com muitas crianças e adolescentes. Um deles era um acólito assíduo. Tinha feito a primeira comunhão havia pouco tempo e entusiasmara-se no serviço de ajuda à Missa. Numa dessas ocasiões, o padre achou oportuno lançar-lhe a proposta de ser padre. Olha lá, já alguma vez pensaste em ser padre? A resposta não se fez esperar e, na simplicidade de quem não media as palavras, ele respondeu que não. Nem pensar. Que não queria ficar sozinho como o senhor padre. Nem pensar. Não queria viver a vida sozinho. Contaram-me que o padre ficara sem palavras. Imagino que ficara com imensos pensamentos. Os mesmos de quem me contou a história. O padre morava sozinho e provavelmente foi assim que morreu. Sozinho.
Quero fazer votos de que na nossa vida de padres, embora morando sozinhos, nunca nos sintamos sós.

terça-feira, novembro 20, 2012

O que fizeste de especial para e na Semana dos Seminários deste ano 2012?

Interrompo o género de sondagens que pretendia relacionar o que pensamos e sentimos com Deus, para fazer uma sondagem a propósito da dita Semana dos Seminários que ocorreu na semana de 11 a 18 de Novembro passado. Esta sondagem tem como objectivo avaliar a sua necessidade , a importância que lhe damos, o sentido que ela tem, a nossa real preocupação com os Seminários, caso exista. Embora a opção neste caso não precise propriamente de ser fundamentada, abrimos ao diálogo esta questão, aqui nos comentários, bem como à eventual justificação da opção escolhida.
A pergunta é: O que fizeste de especial para e na Semana dos Seminários deste ano 2012?