quinta-feira, julho 05, 2018

poemas de Deus [poema 188]

...e começo este poema, como se viesse de trás
A correr, com muitas outras letras e palavras,
Com um passado a querer ser presente, alado
Como se um poema nunca fosse só, fosse memória
E muitas letras que se conjugam juntas para ser
Assim fossem as palavras que Deus solta em nós,
Poemas vivos de ontem, num hoje que vai Ser

9 comentários:

Zilda Carlos de Souza Carlos de Souza disse...

acabou? ??

Confessionário disse...

???

Anónimo disse...

gostei imenso... fez-me pensar

Anónimo disse...

muito bonito, gostei mesmo mesmo..
bj

Zilda Carlos de Souza Carlos de Souza disse...

A parte que me tocou foi, Como um poema nunca fosse só...

Anónimo disse...

Zilda, eu tb gostei mt daquela do "passado a querer ser presente"

Zilda Carlos de Souza Carlos de Souza disse...

Sim. Verdade, muito interessante também está parte.

Anónimo disse...

muitas vezes,o presente e um presente do passado...

O passado e o futuro parecem-nos sempre melhores; o presente, sempre pior.

William Shakespeare

Zilda Carlos de Souza Carlos de Souza disse...

ou melho, o futuro é um presente do passado.