quarta-feira, julho 19, 2017

sou uma pedra [poesia 152]

Sou a pedra que lançaste ao mar
Para entre pedras me rebuscar

Pedra que te adentra sem saber nadar
Para em madre pérola se transformar

E se por algum acaso regressar,

Irei quantas vezes for preciso
por entre estradas até ao mar


11 comentários:

Anónimo disse...

Bem lindinha esta poesia. Que maravilha já bem cedo do dia ler estas pérolas. Abraços.

Anónimo disse...

Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.

Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto ...
Ch M

Anónimo disse...

Bom dia, gostei muito, e então para começar o dia, muito melhor.
Bj

Anónimo disse...

AH Sim, BOM DIA. Amei estas palavras

Paulina Ramos disse...

Fantástico este teu poema!
Dá vontade de a cantar baixinho!

Anónimo disse...

Pedra no mar vira joga.

Anónimo disse...

As palavras são como pedras jogadas a um lago;
abre-se as onde até a margem, depois voltam ao local que a pedra foi arremessada.
Por isso, precisa ser sábio em usar certas palavras,
elas tem força, agora imagina uma oração.!!!
C M

Anónimo disse...

Bom dia! Que este dia seja para cada vez assemelhada as graças do Senhor. Por todos viventes do mundo, que a beleza jamais lhe fujam dos olhas, que todos deem graças pela luz Divina.

Anónimo disse...

...E se por algum acaso regressar,

Irei quantas vezes for preciso
por entre estradas até ao mar.

Por uma vida... faria sim o mesmo.

Anónimo disse...

Por certos motivos na vida, pensei e ou melhor ordenei meu coração para se transformar em uma pedra. Diante algumas circunstancia. Mas como diz o ditado: água mole e pedra dura tanto bate até que fura. Me lasquei, meu coração esta mais para uma pedra sabão.
E hoje ao ler estas belas palavras estou a derrete-me.
Estas pedras, andam, vagam, afundam, rolam, mudam de lugares enfim por dentre ao mar que realmente são atraídas por vários estados de segmentações.

Anónimo disse...

AH! Como faço para arrancar do meu caminho as pedras, que rodeiam?
Na certeza de um silencio da noite, me vago, passo pro cima vou distante.
Busco não tropeçar para não abalar com barulho e o meu grito de dor o silencio da noite.
Ah! No silencio da noite vagueio longe na busca do bem amado, dentro de mim o encontro,
Ah! No silencio da noite me arranco o teu sorriso emanado ao meu.
Ah! No silencio da noite me recordo de fotografias antigas e recentes de quem amo.
Ah! No silencio da oro, choro, lagrimas escorreguem para acalmar um espirito que dominado
na solidão da noite, imagens os perseguem até o amanhecer do dia.
Ch M