sábado, maio 21, 2011

Qual a frase de João Paulo II que mais te toca interiormente?

O agora beato João Paulo II não deixou indiferentes os que com ele privaram, quer através dos seus escritos, das suas viagens, das suas aparições, das suas celebrações, dos seus ensinamentos, quer através da sua vida. Ainda no rescaldo da sua beatificação, fui procurar algumas das suas frases mais famosas ou que mais me foram tocando. São apenas algumas e não me perguntem porque as escolhi. Deixo-as agora em tom de partilha, sujeitando-as a uma sondagem sem outras pretensões que não a de nos ajudar a meditar com a ajuda deste beato que, segundo afirmações do cardeal D. José Saraiva Martins, não há-de tardar muito em ser canonizado. A pergunta é esta: Qual a frase de João Paulo II que mais te toca interiormente?
Se a frase que mais gostam não estiver neste lote, transcrevam-na nos comentários. E se possível, deixem no mesmo local as palavras que as vossas escolhas suscitarem.

29 comentários:

Anónimo disse...

Excelente iniciativa.
Parabéns!
Já votei.
Escolhi: "Abri os corações a Cristo", porque só quem se abre a Cristo tem força para ser cristão a tempo inteiro, não tem medo de ser santo e percebe a verdadeira importância da oração.

Foi um grande Papa!
Agora é tb uma grande Santo!

Um abraço.

LPS

Anónimo disse...

Para mim, a frase mais eloquente e arrebatadora foi a sua imagem de fragilidade nos fins do seu papado...verdade, simplicidade e humildade. Nunca hesitou em se mostrar como era...

Anónimo disse...

Bom dia a todos,

A frase do Papa João Paulo II que mais me tocou foi a seguinte : "O homem que perdoa ou que pede perdão, compreende que existe uma verdade muito maior do que ele"

Foi uma frase que ele disse na celebração do Dia Mondial da Paz em 2002.

Continuação de um bom domingo para todos.

Clara

Anónimo disse...

Achei esta Oração interessante e deixo aqui o link dela para os interessados:

Titulo dela é Oração Poderosa da Santa Cruz

http://www.cientistaherbertalexandre.com/minhas-obras/obras-do-ano-de-2011/ora%C3%A7%C3%A3o%20poderosa%20da%20santa%20cruz/

Confessionário disse...

Olá, Clara

Essa tua frase tb é excepcional. Pena que já nao dê para a colocar!

Anónimo disse...

Boa tarde a todos,

Já votei, e escolhi esta frase: "Quando o homem se põe como medida de todas as coisas, converte-se em escravo de sua própria finitude"

Reencontro aqui o antropocentrismo. E de uma certa forma um ser humano reduzido apenas a ele próprio.

Gostei muito desta frase que não conhecia. Obrigada.

Clara

Anónimo disse...

Olá, a frase que escolhi foi "o cristianismo é Cristo"! A escolha baseou-se no facto de, no meu ponto de vista, no Cristianismo se valorizar outras figuras e muitas vezes se esquece do Verdadeiro Cristo!
Abraços e fiquem bem,
Nelson, Madeira!

Maria disse...

O Beato João Paulo II foi o Papa que mais me impressionou, que mais me cativou, do qual tenho imensas saudades. Fiquei muito com a sua beatificação. O Peregrino do amor,o Papa da alegria, o Papa dos jovens. Eis uma das muitas frases que me imprsionaram:
"Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e ténis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema,
ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar,
mas que se “lascam” na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar
e que saibam namorar na pureza e castidade,
ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI,
Maria

Anónimo disse...

Bom dia,
"Não tenhais medo de ser santos"
A frase de João Paulo II, que mais me toca.

Paulina

concha disse...

Estive indecisa entre a frase..."A pior prisão é um coração fechado" e a frase..."Só o que é construído sobre Deus, sobre o amor, é duradouro".Acabei por optar pela última, por achar que a primeira está contida na segunda.Se o amor não está presente no nosso agir,mais cedo ou mais tarde perde sentido tudo o que se possa ter feito.
Um abraço com gratidão pelas propostas que aqui coloca e nos fazem pensar no que andamos a fazer aqui.

Anónimo disse...

eu não gostei que o papa tivesse beijado o alcorão.

D. R. disse...

"Só o que é construído sobre Deus, sobre o amor, é duradouro"... das que apresentou, é a que mais me toca.

Também me tocou imenso a forma como João Paulo II disse: "NÃO TENHAIS MEDO! ABRI, ESCANCARAI AS PORTAS A CRISTO!"

Saudades deste grande homem. Marcou profundamente as minhas infância e adolescência... Ou seja, marcou-me para a vida.

Amor, é o sentimento que ele sempre transmitiu.

Beijinho e obrigada pelos momentos de reflexão que nos proporciona.

não resisto em deixar aqui, de novo, este link... :) é maravilhoso. e, perante este questionário, mais propositado será: - para ouvir de olhos fechados... :) O SENHOR É MINHA LUZ E A MINHA SALVAÇÃO...

http://www.youtube.com/watch?v=ko3ZZW5-D_Q

Anónimo disse...

Oi trata-se a 3ª vez que li o teu blog e adorei imenso!Bom Trabalho!
Cumps

Anónimo disse...

O Papa beijou o alcorão?

Eu não sei se beijou. Mas eu tb cumprimento com um beijo quem encontro, pessoas boas e más, amigos e menos amigos.
Não era assim que Jesus fazia?!

Anónimo disse...

Anónimo disse...
O Papa beijou o alcorão?

Eu não sei se beijou. Mas eu tb cumprimento com um beijo quem encontro, pessoas boas e más, amigos e menos amigos.
Não era assim que Jesus fazia?!

26 Maio, 2011 09:56


o papa joão paulo II beijou o alcorão.

o alcorão é um livro que promove o terrorismo, a pedofilia, a pederastia, a pilhagem, as mutilações, as violações, a necrofilia, a coprofilia, a pederastia, etc.

o papa b16 é que é um papa a sério!

Anónimo disse...

http://www.popebenedictxvifanclub.com/


viva o papa b16!

Anónimo disse...

sr. padre, porquê que o meu comentário sobre a traição daquelas 50 igrejas foi censurado?

Anónimo disse...

p.s.

o alcorão é pior do que o mein kampf do hitler.


(vou ser censurado?)

Confessionário disse...

ó anónimo das censuras,
O teu comentário a que te referes deve ter ido para o spam... nao sei nem garanto. Mas nao recordo de o ter lido.

De qualquer forma deves ter um ódio visceral pelo alcorão. Digo-te que, independentemente do que ele possa conter, os ódios não levam à Paz.

Anónimo disse...

«De qualquer forma deves ter um ódio visceral pelo alcorão. Digo-te que, independentemente do que ele possa conter, os ódios não levam à Paz.»


o alcorão é que tem ódio por todos os que não são muçulmanos e apela à violência contra os que não são muçulmanos.


alcorão:

“The Jews and the Christians are perverts; fight them.” Koran 9:30

“Do not hanker for peace with the infidels; behead them when you catch them.” Koran 47:4

“Terrorize and behead those who believe in scriptures other than the Qur’an.” Koran 8:12

“Slay the unbelievers wherever you find them.” Koran 2:191

Anónimo disse...

o alá não é o deus de abrão. o alá é uma "divindade" pagã arábica que disse ao maomé para "casar" com uma criança (pedófilo), para fazer terrorismo, pilhagens, etc.

JS disse...

Anónimo,

O gesto de João Paulo II que referes é, de facto, ambivalente e presta-se a controvérsia.

Todavia, ele será um pouco mais fácil de entender se tiveres em conta o contexto em que o gesto aconteceu: a prenda que foi dada ao Papa, a delegação que a ofereceu, que comunidade representavam, o estado das relações cristãos-muçulmanos na altura nesse local do globo.
Por outro lado, fará falta lembrar a maneira de ser e de estar daquele Papa, e o empenho que ele colocou na aproximação entre as diversas religiões. Pela sua própria história de vida, para ele o "inimigo" não eram as outras religiões, mas a anti-religião, de que o comunismo era lídimo exemplo.

Quanto ao Corão, penso que também te faria bem aprofundares um pouco os conhecimentos sobre tal livro: como é que ele nasceu, em que estilo foi redigido, os poucos anos que passaram até o texto ser considerado fechado, a forma como é vista a sua inspiração divina e como isso condiciona a sua interpretação, a ausência de magistério, a manipulação ideológica...

Quanto ao seres fã de Bento XVI, óptimo. Mas desconfio que o teu entusiasmo irá esmorecer um pouco quando souberes o que ele anda a preparar para Assis, em Outubro próximo.

Anónimo disse...

JS disse...
Anónimo,

O gesto de João Paulo II que referes é, de facto, ambivalente e presta-se a controvérsia.

Todavia, ele será um pouco mais fácil de entender se tiveres em conta o contexto em que o gesto aconteceu: a prenda que foi dada ao Papa, a delegação que a ofereceu, que comunidade representavam, o estado das relações cristãos-muçulmanos na altura nesse local do globo.
Por outro lado, fará falta lembrar a maneira de ser e de estar daquele Papa, e o empenho que ele colocou na aproximação entre as diversas religiões. Pela sua própria história de vida,


não concordo na mesma.

para ele o "inimigo" não eram as outras religiões, mas a anti-religião, de que o comunismo era lídimo exemplo.

já que que mencionou o comunismo: o islão é pior do que o comunismo! se existisse o diabo, o maomé era o seu profeta!


Quanto ao Corão, penso que também te faria bem aprofundares um pouco os conhecimentos sobre tal livro: como é que ele nasceu, em que estilo foi redigido, os poucos anos que passaram até o texto ser considerado fechado, a forma como é vista a sua inspiração divina e como isso condiciona a sua interpretação, a ausência de magistério, a manipulação ideológica...

sei muito o que é m.... do islão!


Quanto ao seres fã de Bento XVI, óptimo. Mas desconfio que o teu entusiasmo irá esmorecer um pouco quando souberes o que ele anda a preparar para Assis, em Outubro próximo.

26 Maio, 2011 18:47



deve ser a pressão dos corruptos.

Anónimo disse...

Quanto ao seres fã de Bento XVI, óptimo. Mas desconfio que o teu entusiasmo irá esmorecer um pouco quando souberes o que ele anda a preparar para Assis, em Outubro próximo.

quem começou com isso foi o papa joão paulo ii, e ainda por cima em assis, o lugar onde nasceu o são francisco!

Anónimo disse...

norte islâmico do sudão continua a limpeza étnica do sudão do sul.
80 mil sudaneses do sul fugiram após mais um ataque de jihad na sexta-feira.

o islão não faz isto na europa, enquanto não pode. acordem!

Anónimo disse...

Turim, Itália, 01 jun 2011 (Ecclesia) – D. Maroun Lahham destacou esta quarta-feira que as iniciativas de aproximação entre muçulmanos e cristãos estão a crescer, “à medida que este tema supera dúvidas e uma certa psicologia do medo”.

“Os líderes religiosos, de parte a parte, têm um grande desafio a enfrentar: remar contra a corrente, contra a mentalidade instalada no meio árabe, cristão e muçulmano”, afastando “sentimentos de distância, desconfiança e conflito” sublinhou o arcebispo de Tunes, esta tarde em Turim.

Até amanhã, aquela cidade italiana está a acolher um encontro de bispos e delegados europeus, como o objetivo de “sentir o pulso” ao diálogo interreligioso entre Igreja Católica e Islão, dentro do “Velho Continente” e não só.

D. Maroun Lahham abordou especificamente a relação entre as duas religiões no Médio Oriente e Norte de África.

“Em geral, as relações com o Médio Oriente são boas, a nível oficial, entre as autoridades políticas, entre os pensadores e homens da cultura, mas ao nível das ruas há mudanças a fazer” salientou o prelado jordano, apontando para marcas deixadas ao longo de 15 séculos de convivência, como as Cruzadas, o colonialismo ou, mais recentemente, a Guerra do Golfo.

Mesmo transportando esta problemática somente para as fronteiras de Israel ou do Egito, onde a maior parte dos cristãos “são árabes”, o diálogo não deixa de conhecer “o peso da História, os preconceitos as perguntas sem resposta”.

No entanto, “estes pontos não devem constituir um entrave à relação entre cristãos e muçulmanos, mas sim um incentivo para aprofundá-lo, em espírito de caridade e verdade” concluiu D. Maroun Lahham.

Anónimo disse...

salientou o prelado jordano, apontando para marcas deixadas ao longo de 15 séculos de convivência, como as Cruzadas, o colonialismo ou, mais recentemente, a Guerra do Golfo.

130 anos de colonialismo europeu.
1300 anos de colonialismo islâmico.
AS CRUZADAS FORAM DEFESA CONTRA A JIHAD!
a guerra no golfo começou com um país islâmico a invadir o outro.

Anónimo disse...

Anónimo disse...
Turim, Itália, 01 jun 2011 (Ecclesia) – D. Maroun Lahham destacou esta quarta-feira que as iniciativas de aproximação entre muçulmanos e cristãos estão a crescer, “à medida que este tema supera dúvidas e uma certa psicologia do medo”.

“Os líderes religiosos, de parte a parte, têm um grande desafio a enfrentar: remar contra a corrente, contra a mentalidade instalada no meio árabe, cristão e muçulmano”, afastando “sentimentos de distância, desconfiança e conflito” sublinhou o arcebispo de Tunes, esta tarde em Turim.

Até amanhã, aquela cidade italiana está a acolher um encontro de bispos e delegados europeus, como o objetivo de “sentir o pulso” ao diálogo interreligioso entre Igreja Católica e Islão, dentro do “Velho Continente” e não só.

D. Maroun Lahham abordou especificamente a relação entre as duas religiões no Médio Oriente e Norte de África.

“Em geral, as relações com o Médio Oriente são boas, a nível oficial, entre as autoridades políticas, entre os pensadores e homens da cultura, mas ao nível das ruas há mudanças a fazer” salientou o prelado jordano, apontando para marcas deixadas ao longo de 15 séculos de convivência, como as Cruzadas, o colonialismo ou, mais recentemente, a Guerra do Golfo.

Mesmo transportando esta problemática somente para as fronteiras de Israel ou do Egito, onde a maior parte dos cristãos “são árabes”, o diálogo não deixa de conhecer “o peso da História, os preconceitos as perguntas sem resposta”.

No entanto, “estes pontos não devem constituir um entrave à relação entre cristãos e muçulmanos, mas sim um incentivo para aprofundá-lo, em espírito de caridade e verdade” concluiu D. Maroun Lahham.

03 Junho, 2011 09:48



ALGUÉM HÁ-DE SER RESPONSABILIZADO POR TODAS AS VIOLAÇÕES QUE OS iSLÂMICOS COMETEM CONTRA AS EUROPEIAS!

Anónimo disse...

os franceses estabeleceram-se em algeria devido à pirataria islâmica do norte de africa. os islâmicos faziam incursões piratas na europa desde o seculo 7 até ao século 19.
foi só durante o colonialismo francês que eles pararam. além disto, há mais norte-africanos actualmente em frança do franceses no norte de africa em todo o periodo colonial francês.
se os não-europeus podem resistir ao colonialismo, porquê que os europeus não podem?
BASTA!