sábado, setembro 10, 2016

Forças do homem [poema 113]

Naquele tempo faltará a força das coisas
Nada resistirá ao vendaval que vai assolar
A terra das coisas que são coisas e não deus

Essa borrasca irá gritar dos céus Acabou
Terminaram as forças que o homem portava
Nas coisas que não eram suas, mas acreditava
Que era o deus das coisas e que eram suas

E a força cairá por terra sem a força de outrora.

5 comentários:

PR disse...

Penso se não estarei a viver esse tempo!
A força que outrora me assistia caiu por terra dezfez-se em pó fino, tão fino que o vento espalhou pelos quatro cantos da ilha onde há-de florescer uma nova espécie adubada pela cinza que o vento espalhou.
Tão intenso este poema!

Sofia Antunes disse...

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós." (Antoine Saint-Exupery)

Anónimo disse...

Interessante

Anónimo disse...

isso sera cansaço?
grande filosofico!

Anónimo disse...

Nada é para sempre. Nenhum deserto fica sem um oásis. Nenhuma solidão sem um sorriso e da tormenta renasce um ser mais forte. Não receie a fragilidade de se ser humano pois é aí que se abre o coração à força que vem Daquele de quem falamos mas por vezes deixa de ser o nosso centro e confiança. Um beijito ac