sábado, setembro 19, 2015

Na tua opinião, devemos acolher os refugiados?

A última sondagem, apesar da temática polémica, trouxe resultados bastante claros. A grande maioria (67%) é de opinião que os divorciados "recasados" devem poder comungar, e sem qualquer tipo de restrições. Já os que pensam que deveriam haver restrições formaram um total de 14%. Se somarmos estes dois conjuntos de opiniões, obteremos um resultado de 81%.
Claro que esta sondagem, como todas as outras aqui colocadas, valem o que valem, e as nossas opiniões dificilmente vão chegar ao sínodo. Mas pelo menos temos a oportunidade de pensar estes assuntos e de dar a noissa opinião.
Hoje surge nova sondagem, num momento em que o assunto chave são os refugiados que fogem de países como a Síria ou o Sudão. Na verdade, o espírito cristão é de acolher sem medidas, mas o receio, não só de perdermos o nosso espaço, mas também o de recebermos potenciais terroristas, tem dividido a opinião pública. Por isso achei por bem postar esta pergunta: Na tua opinião, devemos acolher os refugiados?
 

3 comentários:

Coruja Sábia disse...

Amigo este assunto é complicado...Porque por um lado é desesperador...Eu sou brasileira mas fico com o coração na mão ao ver essas pessoas nervosas e perdidas a procura de um novo lar porque suas casas não são mais delas. Então o continente europeu está sofrendo uma grande demanda de imigrantes. Eu acho que tudo tem limite, não dá para enfiar um país todo dentro da europa toda. Mas também não vamos virá as costas. Somos cristãos e nosso dever é ajudar. O problema é dividir os imigrantes para cada país do mundo. Estabelecendo um limite. Bom está minha opinião.

Abraço amigo.

Anónimo disse...

a opinião publica já a sabemos. Basta ler as redes sociais. Diga-nos o senhor a sua opinião!

Anónimo disse...

Quantas vezes nós, cristãos, não ouvimos dizer que a morte não é o fim, é apenas uma passagem? É uma passagem para onde, para onde vamos afinal? Logo surgem três destinos alternativos: Paraíso, Inferno e Purgatório. E aquilo que ao princípio parecia uma boa nova, suscita questões que mandam ao ar todas as euforias. Para o lugar mais apetecido, o caminho é apertado e a porta é estreita, já para o menos apetecido, larga é a porta e amplo o caminho. Como muitos são os chamados e poucos os escolhidos (acolhidos), a esmagadora maioria irá ficar do lado de lá do Paraíso e, do lado de lá, nem todos chegam a aproximar-se da porta de entrada, ainda que fechada. Ficar no lado de lá não é grande coisa é ficar de fora. O mau não é tanto não se poder disfrutar do Paraíso, mas sobretudo por as duas únicas alternativas serem o Inferno e o Purgatório, que não são dois sítios bons onde se “ficar”. Pior ainda se for um “ficar” até nunca mais se acabar.
Mas poderão Paraíso e Inferno coexistirem sem se sequer se tocarem? Poderão os poucos escolhidos obter inteira consolação sabendo que tantas almas penam eternamente no Inferno? Não haverá piedade no Paraíso?
O Paraíso além de ter uma porta estreita (e insonorizada) deve ser circundado por altos muros de betão armado encimados de arame farpado, sem janelas, onde os poucos escolhidos gozam plenamente das doces delícias do Paraíso e se regozijam mutuamente por desconhecerem tudo o que fica do lado de fora.