quinta-feira, março 05, 2015

A Galinha [poema 44]

Bate as asas, galinha, bate as asas
Que as asas são asas para voar
Gritas que não, que as tuas não são asas
Mas toda a asa é asa porque é asa
Gritas que não, que estas não são de águia
Tu és galinha, não tens de ser águia
Só tens que voar, porque as asas voam
Mesmo que não sobrevoem o mar.

5 comentários:

Anónimo disse...

http://www.montesiao.pro.br/estudos/ilustracoes/aguia_galinha.html

Anónimo disse...

Bate as asas galinha!...
Esta galinha posso ser eu! Porque não voou mais alto? Estas asas são as qualidades que Tu Senhor me dás.
Por vezes eu não sou capaz as aproveitar...

B.T.

Anónimo disse...


Estamos na Quaresma!!! SIM ou NÂO...
Que me podem dizer as asas!...
Para voar até junto de Ti meu Deus.
Mas as minhas asas não são as da águia! São rasteiras coladas ao chão
Quero voar, mas não voou, Quero subir, mas fico presso à terra!...
Dá-me asas Senhor. Mas de àguia para que eu possa voar ate junto de Ti.
Bj.

Anónimo disse...

quantas vezes não usamos as nossas asas porque achamos que elas não voam!

Anónimo disse...

Após a “morte de panela”,
Do seu mui estimado marido,
A Galinácia Poedeira
Fez luto sentido
E, sem grandes cacarejos,
Deu ordens à capoeira
Para pôr ovos do poleiro.
Estatelados no chão duro
Nem um só se aproveitava!
Devido à sua postura,
As galinhas da capoeira
Foram todas parar à arca
em condenação.
TODAS NÃO!!!
Galinácia Poedeira
Por ser velha e dura,
Fez um caldo de primeira.
Servido na panela,
Sorvido com comoção.