quarta-feira, janeiro 22, 2014

Qual foi para ti o melhor post de 2013?

A última sondagem proposta questionava-nos sobre o novo aspecto do blogue em geral. Agradeço a todos os que votaram, e mais ainda a quem explicou a sua votação ou comentou a sondagem. Li todos com atenção e tenciono ir melhorando com algumas das achegas que me sugeriram, sobretudo as que se referem ao lugar de acolhimento que esperam aqui encontrar.
Hoje surge a sondagem que prometi no dia 3 deste mês. Depois de apurar com os vossos comentários e alguns emails os 10 posts que supostamente e/ou relativamente se destacaram ao longo do ano 2013, surge agora a pergunta: Qual foi para ti o melhor post de 2013?
Por debaixo da sondagem, encontram-se os links respectivos, para quem quiser conferir. Agradeço todas as justificações nos comentários.
 

8 comentários:

Butterfly disse...

Boa tarde Padre... Gostei muito do seu texto "Os padres tb se confessam"... Porque me fez pensar na minha ultima confissão, que por acaso tb foi no Santuário de Fátima..e saí de lá com a sensação de que era a pior mulher do mundo...fui julgada e não escutada!

Aproveito para lhe dar os parabéns pelo seu Blog!
Beijinhos de luz no seu coração!

Confessionário disse...

Amiga Butterfly, convém votares na sondagem...lol

Butterfly disse...

Já está...não é á toa o Butterfly!!! :)

Confessionário disse...

haja alegria!

Ana disse...


É uma histórias concreta, fácil e interessante de ler.
A curiosidade que vai despertando ao longo dela
O papel do padre como comum cidadão é interessante. Despido de tantas convenções...
O pensamento e a realidade sem censura relativa aos colegas padres, mostra uma genuinidade cativante.
Gostei de ler Deus, que interveio nesta história… “e prometi a mim mesmo nunca julgar ninguém na confissão” . Reconheci nesta frase os procedimentos de Deus, ou seja, a Sua aprendizagem, Ele procede assim ... Gostei de ler o método. Gostei do resultado. A tua aprendizagem fez-me bem.
Gostei de ler: “O padre é apenas a ponte de misericórdia de Deus”. Fez-me pensar em Deus.
Despertou um certo carinho a afirmação: “e que nos conhecem e que até nos ouvem nos nossos desabafos, nem sempre são aqueles que escolhemos para entregar o saco dos pecados”... são sentimentos que também já tive.
A referência ao papa Francisco é por fim, mais uma partícula simpática na história.
Mas o melhor da história foi, não a tua confissão, mas as tuas confissões (as que farás)

Confessionário disse...

que análise fantástica, Ana!
Obrigado

Anónimo disse...

Bom dia,
Um dos melhores de 2013? difícil, muito difícil a escolha, talvez "As três formas de lidar com a morte".
A morte uma palavra que fazendo parte do dia a dia é muitas vezes encarada como uma fronteira intransponível e fim último da nossa existência.
Gosto de reflectir acerca desse processo pelo qual todos, nesta dimensão, temos de passar para que consigamos atingir a tal eternidade.
A morte física aparentemente leva de junto de nós aqueles que amamos, (e fisicamente leva mesmo), para que aprendamos a valorizar as pessoas e as coisas sem as possuirmos, e sem nos deixarmos possuir por elas.
Hoje penso que não é necessário aprender a esquecer alguém que tenha morrido, temos é que aprender e perceber que a matéria decompõe-se transforma-se em pó, mas o Espírito é o Sagrado que habita em nós e que esse sim permanece inalterado para toda a eternidade.
A minha prece diária é que o Deus da vida, o Sagrado que mora em mim e que por vezes não consigo sentir, me dê forças para me levantar a cada dia.
Que essa Vida não me entregue à morte, que essa vida não me abandone apesar de todas as minhas falhas de todas as minhas hesitações, e tão frequentemente do meu "desamor".

Ruth Bassi disse...

Padre,
Embora com alguma dificuldade, pois os todos os teus postes nos levam a uma interiorização, acabei por votar "Os padres também se confessam".
Aí mostras o que um padre pode sentir ao confessar-se e que não difere do comum dos penitentes. Já alguns casos houve em que foi abandonada a prática da confissão por esta algum dia ter sido uma autêntica devassa, retirando coragem para uma nova confissão; quero acreditar que foram ou são casos pontuais. Porém, também penso que se o confessor for um mero ouvinte poderá criar um vazio. Julgo que o ideal será ter um confessor habitual e com quem haja uma certa empatia, para que a confissão não seja um mero enumerar de pecados mas antes um momento de reconciliação e conforto espiritual.
Um abraço
Ruth