Acabou a catequese. Por este ano. Revi todas as Fichas da Catequese. Memória das presenças e faltas do pessoal. Alguns. Dois ou três ficaram para trás. Não como quem fica de costas voltadas para Deus. Mas para serem mais assíduos e a formação cristã ser mais séria. Dói. Não é fácil. Se calhar é mais fácil faltar do que dizer a alguém que não pode continuar sem levar a sério. Reunião com os pais. Final de ano. Repito. Festas: Pai Nosso, Palavra, Vida, Profissão de Fé, Envio, Primeira Comunhão, Confirmação. Todas abordadas. Preparadas com os pais. Os que apareceram, claro. Nalgumas paróquias, metade ou menos. Mais mães que pais. Isto é coisa de mulheres, dizem. Como se a educação fosse apenas para as mães gerirem. Já sabiam o que avisara vários Domingos em Outubro. Uma reunião no início do ano. Palavras na Folha Paroquial. Quem der mais que cinco faltas sem justificar, fica para trás. Não pode ser só andar atrás das festas. Da Primeira Comunhão e da Confirmação em especial. Isto não é negócio, mas quem quer, tem de mostrar que quer. Levanta-se então uma senhora de cabelo encaracolado. Quer dizer, levanta a voz. Senhor padre, o meu filho faltou muitas vezes. Mas também com a catequista que tinha!
Fica complicado gerir a boa vontade dos catequistas com a sua formação pedagógica. Nem sempre coincidem. Reconheço. Porém acredito que Deus consegue o que quiser através de quem quiser. Explico a boa vontade daqueles que se oferecem para ajudar a crescer a fé dos filhos dos outros. Disponibilidade. Tempo. A dificuldade hodierna de educar crianças, adolescentes ou jovens. Educar sem magoar. Sem levantar o dedo para admoestar. Cativar sem cartola. Sem coelhinho na cartola. A senhora continua a falar mal da catequista. A razão das faltas do filho é a catequista que exige demais. Marca numa hora que não dá para a mãe do seu filho. Nunca o explicou à catequista. Só se lembrou ao trovejar. Se o me filho não leva o catecismo é porque não o encontra! A mãe está muito atenta, penso para mim.
E depois de uma enxurrada de argumentos, saio em defesa da catequista. Minha senhora, no próximo ano conto consigo para dar catequese.
Fica complicado gerir a boa vontade dos catequistas com a sua formação pedagógica. Nem sempre coincidem. Reconheço. Porém acredito que Deus consegue o que quiser através de quem quiser. Explico a boa vontade daqueles que se oferecem para ajudar a crescer a fé dos filhos dos outros. Disponibilidade. Tempo. A dificuldade hodierna de educar crianças, adolescentes ou jovens. Educar sem magoar. Sem levantar o dedo para admoestar. Cativar sem cartola. Sem coelhinho na cartola. A senhora continua a falar mal da catequista. A razão das faltas do filho é a catequista que exige demais. Marca numa hora que não dá para a mãe do seu filho. Nunca o explicou à catequista. Só se lembrou ao trovejar. Se o me filho não leva o catecismo é porque não o encontra! A mãe está muito atenta, penso para mim.
E depois de uma enxurrada de argumentos, saio em defesa da catequista. Minha senhora, no próximo ano conto consigo para dar catequese.