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quinta-feira, junho 02, 2016

A que deve hoje a Igreja dar mais importância?

Depois da última sondagem que perguntava sobre as obras espirituais de misericórdia que mais praticávamos, e na qual se obtiveram os resultados a seguir anexados, vem agora nova sondagem.

Desta vez a pergunta surge diante das diversas missões ou funções que a Igreja presta ou deve prestar de forma singular: A que deve hoje a Igreja dar mais importância? 
Insistimos que a ideia é realçar aquela que deveria ser a sua prioridade, embora sabendo que, de certo modo, todas são importantes. Já sabem que podem/devem deixar vossas opiniões comentadas!

quinta-feira, março 10, 2016

Qual a obra de misericórdia espiritual que mais tens praticado neste ano jubilar?

Enquadrada no ano da Misericórdia, a última sondagem proposta, que era acerca das obras corporais da misericórdia, fez-nos chegar (pelo menos a mim) a uma conclusão: "há muita gente que não quer saber destas coisas"! Faço esta afirmação para não fazer outras com menor caridade. Mas se a realidade é esta, é nesta que temos de viver e professar a nossa fé feita vida.
Hoje, em continuação com a anterior sondagem, surge uma outra que se refere às obras de misericórdia espirituais.

sábado, fevereiro 06, 2016

Qual a obra de misericórdia corporal que mais tens praticado neste ano jubilar?

A sondagem que tínhamos online constatou como é grande o número daqueles que têm pouca preocupação para que hajam mais vocações ao sacerdócio, embora também não possamos afirmar que existe uma despreocupação geral. 
Diz-se por aí que a Igreja actual, sobretudo no Ocidente, está em crise vocacional. Diz-se que cada vez são menos os padres. Diz-se que os Seminários estão vazios. Mas será que a Igreja precisa mais padres ou mais leigos empenhados e comprometidos? Esta sondagem reforçou em mim a ideia de que se calhar o nosso esforço vocacional deveria centrar-se nos leigos, pois estou convencido que quanto mais leigos comprometidos tivermos, mais vocações ao sacerdócio poderemos vir a ter. É apenas uma opinião. Mas dá que pensar! 
Hoje surge nova sondagem enquadrada no ano da Misericórdia: Qual a obra de misericórdia corporal que mais tens praticado neste ano jubilar? Por um lado, aproveitamos a oportunidade para recordar as "obras de misericórdia corporais". Por outro, esperamos que nos faça reflectir sobre o modo como temos sido misericordiosos. 


segunda-feira, dezembro 21, 2015

Já algumas vez propuseste a algum familiar teu entrar no Seminário ou numa vida de consagração?

Depois da pergunta no mês passado sobre a hipótese de alguém da tua família decidir ser padre, e depois dos resultados sumamente positivos e esperançadores, a mim surgiu-me uma outra pergunta que, no fundo, é o outro lado da questão: Já algumas vez propuseste a algum familiar teu entrar no Seminário ou numa vida de consagração?
Numa época em que celebramos a entrega de Deus a cada um de nós, faz sentido pensar na nossa entrega.

sexta-feira, novembro 20, 2015

Se alguém da tua família quisesse ser padre, como reagirias?

Depois da última sondagem que perguntava “Daquilo que sabes ou leste do sínodo da família e do seu resultado final, como o qualificarias?” e depois dos resultados que me parecem positivos, embora 25% dos participantes o tenham considerado negativo, proponho agora nova sondagem.
 
Depois de uma Semana dos Seminários em que fomos convidados a reflectir sobre a necessidade dos Seminários e dos sacerdotes, venho agora propor a seguinte questão: Se alguém da tua família quisesse ser padre, como reagirias?
De facto, uma coisa é assumirmos globalmente essa necessidade. Mas outra é assumirmos interiormente. Como reagirias se um filho ou um irmão teu um dia chegassem a casa com este desejo? Responde honestamente e depois de uma reflexão interior.
 
 

segunda-feira, outubro 26, 2015

Daquilo que sabes ou leste do sínodo da família e do seu resultado final, como o qualificarias?

A anterior sondagem perguntava sobre o acolhimento que se deveria fazer ou não aos refugiados. O assunto continua na linha da frente, pois eles não param de passar as fronteiras da Europa. Segundo as vossas opiniões, devem-se acolher. Se somarmos as percentagens que escolheram o sim, teremos um total de 87%. Pessoalmente achei interessante uma certa confrontação que ao longo da votação foi existindo entre o acolher sem restrições e o acolher com cuidado. Eu teria gostado de que neste espaço se tivesse gerado uma saudável discussão que partisse da fé. Mas também reconheço que muito se tem dito no assunto e nas redes sociais. A minha opinião pessoal é a de que se acolham, mas com os cuidados necessários, prestando atenção a tantas condicionantes que têm de ser estudadas e programadas. Eu diria mais: acolher por acolher, pode ser apenas uma solução mediática. É necessário acolher, mesmo com sacrifício e com adversidades, mas com espírito que de quem está a ajudar um ser humano a viver, e não apenas está a fazer-lhe bem. 

Hoje, encerrado o Sínodo da Família que decorreu de 4 a 25 deste mês de Outubro, lanço nova questão. Recordo como uma das últimas sondagens nos questionava sobre um dos temas mais candentes deste sínodo, a comunhão aos recasados. Claro que não é a temática exclusiva do sínodo. Segundo leituras que tenho feito, parece que houve um equilíbrio entre a ala conservadora e a ala progressista, que se manteve a doutrina, mas que se abriu espaços na vertente pastoral. Dizem os comentadores que se nota no documento final a Misericórdia que este ano vai ser mote de caminhada. Mas que opinas tu? 
Recordo que seria interessante, cada um explicar as suas opiniões. 


sábado, setembro 19, 2015

Na tua opinião, devemos acolher os refugiados?

A última sondagem, apesar da temática polémica, trouxe resultados bastante claros. A grande maioria (67%) é de opinião que os divorciados "recasados" devem poder comungar, e sem qualquer tipo de restrições. Já os que pensam que deveriam haver restrições formaram um total de 14%. Se somarmos estes dois conjuntos de opiniões, obteremos um resultado de 81%.
Claro que esta sondagem, como todas as outras aqui colocadas, valem o que valem, e as nossas opiniões dificilmente vão chegar ao sínodo. Mas pelo menos temos a oportunidade de pensar estes assuntos e de dar a noissa opinião.
Hoje surge nova sondagem, num momento em que o assunto chave são os refugiados que fogem de países como a Síria ou o Sudão. Na verdade, o espírito cristão é de acolher sem medidas, mas o receio, não só de perdermos o nosso espaço, mas também o de recebermos potenciais terroristas, tem dividido a opinião pública. Por isso achei por bem postar esta pergunta: Na tua opinião, devemos acolher os refugiados?
 

quarta-feira, julho 15, 2015

Devem os divorciados "recasados" poder comungar?

Dentro de poucos meses teremos a segunda parte do Sínodo sobre a família que tanto tem dado que falar e que tem dividido as alas da Igreja: por um lado uma ala conservadora e jurídica, e por outro uma ala mais progressista ou tolerante. O debate sobre o acesso aos sacramentos por parte dos "divorciados e recasados" é sem dúvida um dos temas mais polémicos a ser discutido no sínodo da família. Vamos nós abrir um diálogo saudável, ou pelo menos, auferir opiniões. A pergunta pode parecer demasiado simplista, pois não exclarecemos pontos de vista ou damos razões favoráveis ou desfavoráveis. O objectivo é tão só proporcionar um espaço de opinião aberta.
Depois da última sondagem, onde se verificou que a maior parte dos meus leitores tenciona ler a "Laudato Si", como se verifica em anexo, agora propomos nova questão: Devem os divorciados "recasados" poder comungar?


terça-feira, junho 16, 2015

Tencionas ler a nova Encíclica do papa Francisco?

Depois da última sondagem lançada pouco depois da Páscoa, e que nos perguntava se a Igreja ainda estaria muito centrada no clero (vide resultados abaixo), vamos hoje lançar nova sondagem.
“Laudato si, sobre o cuidado da casa comum” é o título da nova Encíclica do Papa Francisco sobre o tema do ambiente que vai ser lançada no próximo dia 18 deste mês de Junho, no Vaticano. A encíclica vai estar disponível inicialmente em italiano, francês, inglês, alemão, espanhol e português. A expressão 'Laudato si' (louvado seja) remete para o 'Cântico das Criaturas', de São Francisco de Assis, que inspirou o Papa argentino na escolha do seu nome, após a eleição pontifícia.
A questão que agora colocamos é muito simples e directa: Tencionas ler a nova Encíclica do papa Francisco?
Já sabem que podem expor as suas razões nos coments, e inclusive falar das expectactivas que têm.

quinta-feira, abril 09, 2015

Na tua opinião, a Igreja ainda está demasiado centrada no clero?

O Concílio vaticano II trouxe um avanço enorme e positivo para uma correta compreensão do lugar do leigo dentro da Igreja. Mas a eclesiologia de comunhão, presente nos documentos conciliares e pós-conciliares, não implicaria superar uma certa discriminação escondida atrás de uma compreensão eclesiológica que delega o cuidado das coisas de Deus apenas a uma pequena parte da comunidade eclesial, deixando o resto da comunidade encarregada das coisas consideradas do mundo?! E passados 50 anos deste concílio não estará ainda a Igreja Povo de Deus e Corpo de Cristo demasiado clericalizada ou centrada no ministério ordenado? Que ideia temos nós da nossa Igreja actual? Como a vemos? Sentimo-nos seus membros activos ou meros espectadores?
Por todas estas interrogações oportunas, surge hoje nova sondagem resumida na pergunta: Na tua opinião, a Igreja ainda está demasiado centrada no clero?
Já sabes que podes justificar as tuas opções nos comentários. Deixamos ainda o resultado da anterior sondagem.
 

sábado, março 14, 2015

Como classificarias a actual relação entre os ministérios laicais e os ministérios ordenados?

Antes do Concílio Vaticano II, os leigos eram a "multidão dos fiéis", aquele resto que aparecia no final da autodefinição piramidal da Igreja. A tradicional concepção começava com Jesus Cristo e o seu representante na terra, o Papa, seguindo-se os bispos, os sacerdotes e religiosos. Essa poderosa hierarquia confundia-se com a Igreja. Aos leigos competia acolher orientações, normas e mandamentos impostos pela autoridade religiosa. Quando muito, coadjuvavam a acção da Igreja, sem voz nem voto. Afinal, eram leigos, ou seja, não tinham conhecimentos nem competência para desempenhar funções importantes na missão da Igreja. Mas tudo mudou, pelo menos conceptualmente, com o Concílio Vaticano II, e hoje pode dizer-se que a Igreja que Deus quer é uma Igreja que seja comunhão, e na qual todos se sintam como participantes, cada um na sua missão e em colaboração. Mas será que isto acontece na prática? Daí surge esta nova sondagem, para saber como, na vossa opinião, está actualmente a relação entre os ministérios dos leigos e os ministérios do clero, ou de uma forma mais simples, como é a relação entre os leigos e os seus pastores na missão conjunta da Igreja. Fica também o resultado da anterior sondagem, que perguntava: "Na tua opinião, a Pastoral da Igreja está desperta para a diversificação dos ministérios e para a responsabilização dos leigos?"
 

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Na tua opinião, a Pastoral da Igreja está desperta para a diversificação dos ministérios e para a responsabilização dos leigos?

Fica aqui o resultado da última sondagem que apurou os três melhores textos de 2014, a saber: Como te amo, Senhor?, Entrego-te e O baptizado social da Sara.
Hoje surge nova sondagem para responder a uma inquietação que trago comigo, que ressoa do concílio Vaticano II, e que tem a ver com o conceito de Igreja que aí se propõe na Lumen Gentium, Igreja como Povo de Deus. Nesta perspectiva me parece que a Igreja deveria incluir mais espaço aos leigos e aos ministérios laicais. Mas há muitas resistências, quer da parte dos padres quer da parte dos próprios leigos. Não quero manipular nenhuma das vossas opções, mas auscultar o que pensais e como o vedes. As próximas sondagens andarão à volta deste assunto, e hoje proponho que me digais a vossa opinião sobre a diversificação dos ministérios e a responsabilização dos leigos. Podem e devem justificar as vossas opções.

domingo, novembro 30, 2014

Eu desejo que em 2015, os padres sejam mais...

Desde o dia 6 de Junho que esteve online uma série de sondagens relacionada com as características ou virtudes que gostaríamos de ver mais nos sacerdotes de hoje. Fizémos um total de 7 sondagens, com resultados muito interessantes. Recordo que, como se costuma dizer, "valem o que valem", isto é, valem apenas como apontamento, pois as sondagens têm determinadas fragilidades que não se conseguem propriamente contornar. Porém, as principais escolhas, de alguma forma, são bastante sintomáticas:  "autenticos", "acolhedores", "simples", “pastores”, “evangelizadores”, "íntegros" e na última "homens de fé". A mim pessoalmente ofereceu-me muito material para reflectir. Gostava muito que agora, neste post, deixassem a vossa análise a estes resultados.
Ainda publicamos os resultados da última sondagem. Entretanto deixem-me usar pela última vez esta saga para aquilo que chamo uma segunda parte e que reune as opções mais votadas, junto com aquelas 3 que obtiveram melhores segundo lugares (com critérios de próximidade e de dispersão ou não de votos), num total de 10 opções, e façam agora a vossa escolha final. Para mim as 7 sondagens anteriores chegavam. Mas, até ao final do ano, e quase como um desejo para 2015, vamos ainda reflectir um pouco mais.
 

quinta-feira, outubro 23, 2014

Eu desejava que os padres fossem cada vez mais... [7]

Com esta nova sondagem, a sétima desta saga, encerramos a primeira parte deste pequeno exercício de reflexão sobre as características ou virtudes que gostaríamos de ver mais nos sacerdotes de hoje. Como o número 7 é simbolicamente apontado como o número da perfeição, lançamos hoje, pela sétima vez, mais seis opções possíveis.
Recordamos ainda as anteriores opções mais votadas: "autenticos", "acolhedores", "simples", “pastores”, “evangelizadores” e "íntegros", sendo que esta última apenas se distanciou 1% da segunda, com 33%, "coerentes".
Deixamos os resultados da última sondagem.

sábado, setembro 27, 2014

Eu desejava que os padres fossem cada vez mais... [6]

Vamos já na sexta sondagem relacionada com as características ou virtudes que gostaríamos de ver mais nos sacerdotes de hoje. Temos agora disponíveis mais seis opções possíveis.
Recordo que as cinco características mais votadas nas outras sondagens foram "autenticos", "acolhedores", "simples", “pastores” e “evangelizadores”, sendo que este último apenas teve mais 1% que a segunda opção, “humildes, e alcançou apenas uns 26%. Deixamos os resultados da última sondagem e colocamos online a sexta edição desta "saga".
 

sábado, agosto 30, 2014

Eu desejava que os padres fossem cada vez mais... [5]

Vamos já na quinta sondagem relacionada com as características ou virtudes que gostaríamos de ver mais nos sacerdotes de hoje. Temos agora disponíveis mais seis opções possíveis. Recordo que este tipo de sondagens que têm aparecido aos poucos neste espaço têm como objectivo deixar algumas ideias aos sacerdotes sobre o que devem privilegiar na sua vida e vocação. Recordo que as quatro características mais votadas nas outras sondagens foram "autenticos", "acolhedores", "simples" e “pastores”, sendo que este último apenas teve mais 6% que a segunda opção, “disponíveis” e ficou pelos 37%. Deixamos os resultados da última sondagem e colocamos online a quinta edição desta "saga".
 

quarta-feira, agosto 06, 2014

Eu desejava que os padres fossem cada vez mais... [4]

A "saga" das últimas sondagens ainda não terminou. Hoje são lançadas mais seis opções possíveis para escolhermos as carecterísticas que gostaríamos de rever ainda mais nos sacerdotes. Recordo que este tipo de sondagens que têm aparecido aos poucos neste espaço têm como objectivo deixar algumas ideias aos sacerdotes sobre o que devem privilegiar na sua vida e vocação. Recordo que as três características mais votadas nas outras sondagens foram "autenticos", "acolhedores" e "simples", sendo que este último atingiu a larga maioria de 66%. Deixamos os resultados da última sondagem e colocamos online a quarta edição desta "saga".

sexta-feira, julho 11, 2014

Eu desejava que os padres fossem cada vez mais... [3]

Na continuação das últimas sondagens, temos agora mais seis opções possíveis para escolhermos as carecterísticas que gostaríamos de rever ainda mais nos sacerdotes. Recordo que este tipo de sondagens que têm aparecido aos poucos neste espaço têm como objectivo deixar algumas ideias aos sacerdotes, a começar por mim, sobre as virtudes, capacidades ou características que devemos desenvolver na nossa vida e missão. Recordo que as duas caratcerísticas mais votadas foram "autenticos" e "acolhedores", sendo que este último atingiu a larga maioria de 63%.
Deixamos os resultados da última sondagem e colocamos online a terceira edição desta "saga".

sábado, junho 21, 2014

Eu desejava que os padres fossem cada vez mais... [2]

Na continuidade da última sondagem, temos agora mais seis opções possíveis para escolhermos as carecterísticas que gostaríamos de rever ainda mais nos sacerdotes.
Recordo que este tipo de sondagens que vão aparecer aos poucos neste espaço não têm como objectivo julgar ninguém. Muito pelo contrário, tem como objectivo deixar algumas ideias aos sacerdotes, a começar por mim, sobre as virtudes, capacidades ou características que devemos desenvolver na nossa vida e missão. Por estes motivos se agradece, desde já.
Deixamos os resultados da última sondagem e colocamos online a nova.
 

scolhe a opção que mais preferes
Parte 2: Eu desejava que os padres fossem cada vez mais...

sexta-feira, junho 06, 2014

Eu desejava que os padres fossem cada vez mais... [1]

A ultima sondagem proposta surgiu na sequência do acontecimento pascal com o objectivo de pensarmos a nossa morte e a forma como lidamos ou pensamos nela. Os resultados foram muito interessantes, e não farei considerações deles. Farei antes o desejo de que aos poucos cada um de nós vá procurando lidar com este assunto com a naturalidade, a tranquilidade e a esperança necessárias. Pelo menos isso!
 
Hoje surge nova sondagem, ou melhor, uma sequência de sondagens (daí a classificação "parte 1") para apurarmos um pouco que tipo de padres desejávamos ter nas nossas vidas e nas nossas caminhadas de fé. Não. Não é uma obcessão com o assunto. É apenas mais uma vontade de descobrir e abrir caminhos. A questão é colocada da seguinte forma:
Escolhe a opção que mais preferes
Parte 1: Eu desejava que os padres fossem cada vez mais...